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CNAD está a inventariar acervo para apurar quais foram as peças roubadas no ex-edifício da TACV

O novo director do CNAD assegurou hoje à imprensa que técnicos do centro estão a fazer uma triagem para poderem apurar quais foram as peças roubadas do acervo, na sequência de um assalto no antigo edifício da TACV, no Mindelo, onde as obras estavam armazenadas. Segundo Artur Marçal, o acto foi mais de vandalismo do que propriamente roubo.

“Os objectos estavam acondicionados em caixas, que foram abertas provavelmente para verem o que continham. Levaram poucas peças”, adiantou o responsável do Centro Nacional de Arte, Artesanato e Design. Marçal assegura que as obras não foram danificadas, mas sim as caixas e uma porta do edifício.

O caso, ocorrido na noite de 7 de setembro, está sob a alçada da Polícia Judiciária, mas até ao momento essa autoridade não avançou nenhum dado ao CNAD sobre a sua investigação. Recorde-se que esse acontecimento foi divulgado pelo próprio Ministério da Cultura na sua página no Facebook. Conforme o comunicado do MCIC, parte do espólio guardado nesse edifício – que chegou a albergar o serviço durante as obras de remodelação do centro junto a Praça Nova – foi levado após uma porta das traseiras ter sido forçada.

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