COVID-19

Cabo Verde tem mais de 313 mil vacinados com uma primeira dose e perto de 30 mil com reforço

Cabo Verde tem neste momento um total de 313660 adultos vacinados com uma primeira dose das vacinas disponíveis, 266424 com duas doses e cerca de 30 mil, mais precisamente 29582 com a dose de reforço. A informação foi avançada pelo Director Nacional de Saúde, Jorge Noel Barreto, na habitua conferência de imprensa semanal, que anunciou que, só esta semana, mais de cinco mil pessoas – 5003 – receberam a sua dose de reforço.  

“Neste momento, o total acumulado de pessoas que já receberam a dose de reforço representa 8% da população adulta estimada. Nos adolescentes, o ritmo de vacinação continua bom, apesar de alguma diminuição em muitos concelhos que, nesta altura, já vacinaram boa parte das pessoas entre os 12 e os 17 anos, sobretudo aqueles que estão nas escolas”, afirmou, realçando que os serviços de saúde ficam agora a depender da adesão dos adolescentes que não se encontram no ambiente escolar. “Neste caso, é mais complicado porque não temos a sua identificação. Vamos continuar a depender da vontade dos pais e dos adolescentes irem aos postos de vacinação.”

Nesta faixa etária, referiu, já foram vacinados 41473 adolescentes com a primeira dose, correspondendo a 70,2% do total estimado como meta. Destaque para Ribeira Brava de São Nicolau e São Lourenço dos Órgãos que já imunizaram 91,1% dos adolescentes. Em sentido contrário estão Santa Catarina de Santiago (51,3%), Tarrafal de São Nicolau (49,6%) e São Salvador do Mundo (31,1%). De acordo com o DNS, nestes concelhos a vacinação precisa ser melhorada de forma a alcançar os demais com melhores resultados.

Os pais e encarregados de educação devem autorizar os seus filhos adolescentes para que sejam vacinados e assim possamos terminar o processo quanto antes para que estes possam ficar melhores protegidos e para que possamos reduzir a circulação do vírus e das suas variantes”, declarou Jorge Noel Barreto, lembrando que é preciso proteger melhor as pessoas que convivem com os adolescentes porque, não estando vacinados, estes podem estar com uma melhor probabilidade de infectar e passar esta infecção para os seus famílias, sobretudo os que têm doenças cronicas ou então com mais de 60 anos e, por outro lado, começar a focar em outros sectores da saúde.

Em jeito de remate, o Director Nacional da Saúde evocou a necessidade e importância de continuar a observar as medidas de prevenção, nomeadamente uso adequado de máscaras, evitar situações desnecessárias de aglomeração e higienização das mãos, lembrando que a pandemia de Covid-19 ainda não acabou.

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