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Português viveu oito dias com esposa com Covi-19 e não se contaminou

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Um cidadão português, de nome Herminio Fonseca, esteve confinado durante várias semana com as esposa e os dois filhos. De repente a mulher começou a sentir-se mal e o médico mandou-a fazer um teste à covid-19. Passados oito dias, receberam o resultado que acusou positivo. Não se sabe ainda porque a família não se contaminou. 

 “Depois disso, a minha esposa ficou isolada no quarto, mas ainda estivemos, pelo menos, uma semana todos juntos antes de sabermos o resultado, mas nem eu nem os meus filhos ficámos infetados”, declarou aliviado o trabalhador de 47 anos, natural de Braga, que reside no Grão-Ducado há mais de 20.

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“Como só tenho uma casa de banho na nossa casa, as coisas complicaram-se. Sempre que ela lá ia, tinha que limpar e desinfetar tudo porque eu e os meus filhos corríamos riscos de contaminação. O duche, puxadores das portas, pratos, talheres e todas as coisa pessoais dela foram desinfetadas e colocados à parte até recuperar completamente”, conta.

Hermínio também fez o teste, mas deu negativo, o que representou um enorme alívio. “Estar trancado 24 horas dentro de um apartamento tanto tempo, não é fácil. Ainda para mais quando um dos membros da família está infetado. Mas já passou e o importante é que estamos bem.”

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Relativamente ao regresso ao trabalho, diz que “já não era sem tempo”. “Voltar a trabalhar é sempre bom. Não só pelo regresso à rotina normal, mas por podermos também voltar a contribuir para que a situação melhore economicamente”, respondeu, realçando que as regras de segurança têm sido todas respeitadas e que todos se sentem seguros e motivados.

Fonte: Wort.lu

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Constanca Pina

Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Trabalhou como jornalista no semanário A Semana de 1997 a 2016. Sócia-fundadora do Mindel Insite, desempenha as funções de Chefe de Redação e jornalista/repórter. Paralelamente, leccionou na Universidade Lusófona de Cabo Verde de 2013 a 2020, disciplinas de Jornalismo Económico, Jornalismo Investigativo e Redação Jornalística. Atualmente lecciona a disciplina de Jornalismo Comparado na Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

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Um Comentário

  1. Caso idêntico ao de São Vicente, eles devem ter-se curado e por isso deram negativo, já a esposa pode ter manifestado os sintomas mais tarde e por isso ainda testa positivo. Digo e repito, devem haver mais casos em SV, só que assintomáticos e como não há testes na ilha, não aparecem casos. Impossível ter tido um caso positivo, 2 recuperados e não se ter contagiado mais ninguém, essas pessoas tiveram de certeza contacto com colegas na escola, trabalho, elevadores, transportes etc. Sem falar da grave falha da clínica privada e do próprio hospital que depois de serem extremamente criticados acabaram por figurar como heróis que salvaram a chinesa. MUITO ESTRANHO!

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