Laginha

IMP pode voltar a interditar Lajinha e Baía das Gatas se banhistas continuarem a desrespeitar o distanciamento

O Instituto Marítimo e Portuário pode voltar a interditar o acesso às praias balneares sobretudo da Lajinha e Baía das Gatas, se a população mindelense continuar a desrespeitar as regras de distanciamento físico e outras restrições. Devido ao risco de propagação do coronavírus em S. Vicente, ilha que tem neste momento um caso oficial em acompanhamento e várias pessoas de quarentena, a autoridade marítima responsável pela gestão dessas estâncias decidiu lançar esse aviso, sob pena de se sentir obrigada a fazer marcha-atrás. A ter que mudar de decisão, adverte, ela terá por base evidências recolhidas pela comunicação social, o IMP e outras autoridades, como a Polícia Nacional e a Delegacia de Saúde.

“O IMP reitera a necessidade do cumprimento das restrições de acesso às zonas marítimas balneares, que irão perdurar o tempo que for necessário para permitir a convivência com o vírus em condições de risco mais reduzido. Assim, apela-se à população ao cumprimento rigoroso do regulamento de acesso e frequência das zonas marítimas balneares sob pena de a situação epidemiológica deteriorar-se”, alerta Joana Helena Morais, presidente do IMP.

Segundo a responsável desse Instituto, foram abertas praias nas ilhas de S. Nicolau, Brava, Boa Vista, Santo Antão, Sal, Maio e S. Vicente para banho e desporto náutico, mas o problema do comportamento dos banhistas acontece fundamentalmente na ilha do Monte Cara. “Tivemos denúncias de situações de incumprimento no Sal, mas não de forma tão expressiva como em S. Vicente”, enfatiza Joana Morais, para quem é necessário criar uma consciência colectiva neste momento para que cada um se lembre que o seu comportamento pode afectar a vida de outras pessoas. A mensagem, diz, é que cada um passe a fiscalizar a sua própria cabeça e manter a distância de pelo menos dois metros de quem está mais por perto.

IMP e Delegado Saúde SV

Para a citada fonte, ninguém pode neste momento alegar falta de informação sobre a pandemia e os motivos que ditaram antes a interdição das praias. Do mesmo modo, acrescenta, há placares nessas praias sobre aquilo que é interdito e permitido. Além disso, o IMP está a preparar banners para reforçar a comunicação informativa com a população.

A seu ver, a Polícia Nacional tem estado a fazer um trabalho meritório e cansativo, assim como os salva-vidas, as autoridades sanitárias e da protecção civil. Mesmo assim, diz, fica difícil controlar cada pessoa e não seria agradável colocar militares e policiais de plantão em cada praia. 

O próprio Delegado de Saúde de São Vicente entende que é preciso adoptar o distanciamento físico nos locais públicos, incluindo as zonas balneares, mesmo que sejam pessoas que vivem numa mesma casa. Aliás, Elísio Silva afirma que os membros de uma mesma família devem tentar manter o distanciamento mesmo dentro de casa. Este lembra que o vírus é um perigo invisível e que boa parte das pessoas apresenta um quadro assintomático, pelo que ninguém sabe quem pode ou não estar infectado.

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Lura Nina Santiago

Dia da criança: Lura lança música “Nina Santiago” dedicada à sua filha

A cantora Lura lançou hoje na internet uma música dedicada à sua filha e a todas as crianças, um tema inédito de Mário Lúcio Sousa, com arranjos de Tiago Machado. “Nina Santiago”, diz a artista, é o nome da pessoa mais especial na sua vida. A música, em jeito de samba, é entendida por Lura como uma forma de celebrar o amor incondicional, o sentimento que cresce como uma planta regada e cuidada todos os dias.

“Quero celebrar esta fonte de inspiração, alegria e motivação que é a minha Nina e que são todas as crianças do mundo. Crianças que, com a força da
sua inocência, nos motivam dia-a-dia a sermos melhores pessoas, mães e pais e a superar com distinção cada dificuldade
“, declara a cantora de Nariná, que se apresenta como “mãe a solo”, o que intensifica, para ela, a aprendizagem diária e privilegiada da companhia da sua menina, por cada momento passadas juntas.

A cantora aproveita a oportunidade para deixar uma mensagem de reconhecimento a todas as “mães a solo” e admitir que ser mãe ensinou-a a valorizar ainda mais a força e o significado de ser mulher. “Estou a
aprender diariamente a encontrar o meu lugar na vida da minha filha e a posicionar-me de forma a que no futuro ela seja a melhor pessoa possível e acima de tudo que seja o que ela quiser realmente ser
“, enfatiza Lura, para quem as crianças são o maior presente da humanidade, o presente e o futuro. Realça que o mundo será tanto melhor quanto maior for o amor que lhes for dispensado hoje.

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Imprensa

ARC alerta imprensa para conteúdos que podem estimular discriminação e incitamento ao ódio

A Autoridade Reguladora para a Comunicação Social (ARC) emitiu um comunicado a alertar a imprensa para a publicação de conteúdos “sensacionalistas” que possam configurar estigmatização ou discriminação e desrespeitar, desse modo, a dignidade da pessoa humana. A ARC pede aos órgãos de comunicação social que tenham especial atenção para notícias com conteúdos de cariz racista, xenófobo ou de incitamento ao ódio e à violência.

“No âmbito do seu trabalho de monitorização dos órgãos de comunicação social, a Autoridade Reguladora para a Comunicação Social tem vindo a deparar-se com peças noticiosas com conteúdos de cariz discriminatório, e mesmo racista e xenófobo (com referências, mais das vezes, desprimorosas e estereotipadas em relação à população de uma determinada ilha ou ilhas, país ou países ou, ainda, em função da cor). Nalguns casos, tais elementos se manifestam de forma subtil. Noutros casos, isso ocorre de maneira mais flagrante”, salienta a ARC. 

Esta entidade lembra que os órgãos de comunicação social desempenham um papel decisivo na formação da opinião pública, e que, por isso, assumem particulares responsabilidades em matérias sensíveis de cariz social. A ARC, que começa por enquadrar a sua intervenção no âmbito da crise mundial despoletada pela epidemia da Covid-19, realça que a informação torna-se um elemento essencial. E que, na busca pela informação, uma das principais fontes são os jornais. “Neste período, reveste-se de particular importância o tratamento editorial, o qual deve obedecer linhas e critérios editoriais orientadores do produto informativo”, frisa essa autoridade, que pede uma postura mais zelosa e criteriosa no processo de escolha dos conteúdos noticiosos, para que os órgãos de informação não ultrapassem os princípios constitucionais e direitos fundamentais dos cidadãos. 

Nessa linha de pensamento, a ARC entende que se deve evitar identificar nacionalidades, bairros ou profissões, a não ser que tal informação seja essencial para a compreensão do conteúdo noticioso.

Em jeito de remate, a ARC incita os órgãos de comunicação social a cumprir as normas ético-legais da prática jornalística, sensibilizando os seus profissionais a adoptarem cuidados adicionais no tratamento jornalístico e respeitem os limites legais impostos para a difusão de conteúdos, como salvaguarda do rigor informativo.

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Mãe implora por cirurgia para filha menor em sofrimento há cerca de um ano

Desesperada, e sem ter a quem mais pedir socorro, LL procurou o Mindelinsite para suplicar por uma cirurgia para a filha de três anos em sofrimento. Esta mãe conta que há cerca de um ano a menina teve um sangramento enquanto estava no jardim. Chamada de urgência, levou a criança para o Hospital Baptista de Sousa. Inicialmente pensaram tratar-se de um caso de violação, mas foi logo descartada. Desde então, LL corre atrás dos médicos do HBS, primeiro para consultas, depois para diagnóstico e uma cirurgia, que vem sendo marcada e remarcada sistematicamente. Enquanto isso, o sofrimento da filha só aumenta. 

Segundo LL, o calvário da menor começou no dia 14 de março de 2019. Na altura, a criança tinha três anos e sofreu um sangramento. “Levei a minha filha para a Pediatria do HBS e fomos encaminhados para a Maternidade porque havia uma suspeita de violação, que entretanto foi descartada. Não conseguiram determinar as razões do sangramento, pelo que decidiram aplicar-lhe uma injecção. O sangue parou de cair, mas surgiu uma espécie de bolsa na vagina da minha fila, onde passou a acumular. E a bolsa tem vindo a crescer. Voltei ao hospital e agendaram um cirurgia, que nunca aconteceu.”

Desde então, prossegue tenta desesperadamente marcar uma data para esta intervenção porque a filha está a sofrer. “A cirurgia já foi marcada e remarcada diversas vezes. Fizemos inúmeras consultas e exames e acabaram por diagnosticar que a minha filha tem as hormonas aceleradas. Não sei se é uma doença, mas sei que a minha menina está a sofrer. A ‘bolsa’ que surgiu na sua vagina coça e tem mau cheiro. Faço de tudo para minimizar o seu sofrimento, mas ela começa a andar com dificuldades e tem vergonha de sair à rua. É algo que incomoda. Fui ao hospital e recomendaram que fizesse a sua higiene apenas com água e que aplicasse uma pomada. Mas continua tudo igual.”

A gota de água que fez “transbordar o copo” foi um novo adiamento da cirurgia. LL diz não entender por quê estão a impor tanto sofrimento a uma criança de apenas três anos, que não entende o que se passa. “Estou eternamente na lista de espera, quando percebo que o problema da minha filha é urgente. A bolsa está a crescer o os incómodos também, inclusive agora ela começou a ter corrimento. A sua médica garante que o corrimento é por causa do seu problema, que acredito que se agrava mais devido a nossa condição económica”, revela esta mulher de 37 anos e mãe de seis filhos. 

Esta conta que a sua família vive numa casa de lata atrás do Cemitério, o que dificulta a higienização da menor. “Tento fazer a sua higiene de dez em dez minutos, mas não adianta muito. Fui pedir ajuda à Câmara Municipal de São Vicente, mas deram-me apenas uma cesta básica. É claro que preciso de alimentos, mas neste momento a prioridade é a saude da minha filha. Acredito que os médicos têm filhos, então olhem para a minha filha. Estou de mão atadas, mas não quero continuar a ver o seu sofrimento”, desabafa. 

O Mindelinsite abordou a direcção clínica do HBS para expor esta situação e levantar uma série de questões. O director clínico prometeu prestar todos os esclarecimentos, mas pediu um tempo para consultar o processo, pelo que voltaremos ao assunto assim que recebermos as respostas. 

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Cidade-Praia

Santiago sai hoje do Estado de Emergência

A ilha de Santiago vai sair hoje à meia-noite do Estado de Emergência, conforme anunciou o Presidente da República, depois de um encontro com o Chefe do Executivo, o ministro da Saúde e o da Administração Interna para análise do quadro vivido ainda principalmente na cidade da Praia. Segundo Jorge Carlos Fonseca, a situação epidemiológica é estacionária pelo que decidiu não prorrogar a emergência em Santiago pela terceira vez.

No entanto, devido ao número ainda de infectados no concelho da Praia, que já atingiu as 331 pessoas em termos acumulados, Fonseca diz confiar no bom-senso da população para que se possa atingir a normalidade sanitária e social. Assim sendo, as restrições serão levantadas de forma progressiva, mas lembrou que não há nenhum limite constitucional que impeça o retorno ao Estado de Emergência.

A expectativa do Chefe do Estado é que os santiaguenses venham a colaborar, até porque, diz, não se pode dar garantias absolutas de nada no contexto da epidemia.

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Detido

Detidos dois suspeitos de abuso sexual de menor na Boa Vista

Foi detido esta quarta-feira, 27, dois indivíduos, de 19 e 28 anos, suspeitos da pratica reiterada de um crime de abuso sexual de uma menor. Em comunicado, a Policia Judiciaria informa que a detenção aconteceu fora de flagrante delito na cidade de Sal-Rei, ilha das Dunas. 

Os dois indivíduos são naturais dos concelhos de Santa Cruz e da Praia, ilha de Santiago. Estes terão abusado sexualmente desta criança, menor de 14 anos, de forma reiterada na cidade turística de Sal-Rei. 

Detido ontem, foram imediatamente presentes às autoridades judiciais para primeiro interrogatório de arguido detido e aplicação de medida de coação.

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Associação Empresarios Chineses CV

Associação de Empresários Chineses de Cabo Verde elege nova direcção em busca de uma maior integração

A Associação dos Empresários Chineses de Cabo Verde elegeu ontem novos órgãos sociais, que elencou como prioridade ajudar os seus associados a entender a legislação cabo-verdiana e buscar uma maior integração em São Vicente. Paulo Pan, presidente eleito da nova direcção desta associação, afirma que a anterior direcção era fechada e apatia, o que motivou esta nova eleição, antecedido da destituição dos órgãos anteriormente eleitos. 

O Secretário Du Yunyou explicou ao Mindelinsite que a associação foi criada faz três anos. No seu primeiro ano ainda chegou a desenvolver algumas actividades mas, nos últimos dois anos, tornou-se inactiva. “Isso nos prejudicou muito, enquanto associação comercial, mas também penalizou a própria sociedade chinesa como um todo. A ideia da criação da nossa associação era apoiar os nossos associados em todos os sentidos, desde o entendimento da língua, da legislação cabo-verdiana, de entre outros. Outro objectivo que falhou redondamente é a nossa integração na sociedade mindelense. Temos alguns associados que estão aqui há muitos anos e que ainda não entendem a língua local, ficam fechados no seu mundo”, indica. 

É tentando reverter este quadro de inatividade que alguns sócios antigos resolveram juntar para dar uma nova vida a esta associação. “Era a primeira fez que estávamos a criar uma associação e não sabíamos exactamente o que deveríamos fazer. Agora já temos alguma experiência acreditamos que podemos fazer muito para ajudar o colectivo de chineses na ilha e os mindelenses, com senso de honra e de responsabilidade. Queremos fazer um trabalho com mais cuidado e com impacto em São Vicente”, pontua. 

Foi neste sentido que, aproveitando o término do mandato da direcção anterior, decidiram avançar com uma nova equipa, liderada por Paulo Pan (presidente da direcção), Xu Wei (vice-presidente), Dy Yunyou (secretario-geral). Ainda Zhang Wuchen (presidente da Assembleia) e Xu Zhennan (vice-presidente) e Lv Guogiang (presidente do concelho fiscal).

Esta equipa vai ter a responsabilidade de dinamizar a associação, angariar mais sociais e desenvolver acções que permita uma maior integração, destacando como novas acções, por exemplo, algo similar a campanha de apoio às famílias carenciadas de S. Vicente, no quadro da Covid-19, em que, rapidamente, conseguiram mobilizar uma grande doação à CMSV. Também pretende estender as suas acções às ilhas de Santo Antão e S. Nicolau.

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Árbitros de futebol cobram dívida de 273 mil escudos da ARFSV

Os árbitros de futebol de São Vicente exigem o pagamento de um divida no montante de 273 mil escudos a Associação Regional de Futebol de São Vicente. Dizem que quando o Governo anunciou a paragem das competições desportivas por causa da pandemia da Covid-19 esperavam um contacto do presidente desta associação para explicar a situação, o que nunca aconteceu, pelo que , sem alternativa, decidiram fazer esta denuncia pública. César “They” Lima recusou fazer comentário ao se abordado por Mindelinsite. 

Estes homens do apito relatam que dirigiram todo o campeonato de futebol sub-17 e deveriam receber um total de 63 mil escudos, mas nunca viram a cor do dinheiro. O mesmo aconteceu em relação a Taça de São Vicente, que falta disputar apenas uma partida, no caso a final. “Também não recebemos nada. O valor em debito é de 60 mil escudos. Quanto aos campeonatos regionais séniores, a ARFSV tem por pagar 96 mil escudos relativo a primeira divisão e 42 mil escudos da segunda divisão”, detalham estes árbitros.

Garantem que já tentaram falar com os seus representantes, designadamente com o conselho regional de arbitragem de São Vicente mas, dizem, também esta não tem respostas. “O Conselho Regional de Arbitragem limitou a dizer-nos que não sabe como e nem quando a nossa situação será resolvida. Mas nós queremos uma resposta concreta”, pontua. 

Confrontado pelo Mindelinsite com as reivindicações dos árbitros de futebol da ilha de São Vicente, o presidente da ARFSV, Cesar Lima, recusou tecer qualquer comentário sobre o assunto. “Não comento”, declarou.

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FIC Demoliçao

Começa demolição da FIC Lajinha para dar lugar ao Hotel Four Point by Shereton

Já está em curso e a pleno vapor a demolição dos pavilhões da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), que vão dar lugar à construção do Hotel Four Point by Shereton, na praia da Lajinha, em S. Vicente. As obras deviam começar em Janeiro deste ano, mas conheceram algum atraso devido ao concurso de empreitada e depois com a pandemia da Covid-19, que levou à paralisação de todas as construções.

Abordado por Mindelinsite, Toy Pinto, intermediário em Cabo Verde do grupo Marriot Internacional Inc, garantiu que estão a ser feitas, neste momento, apenas as demolições dos pavilhões da FIC assim como dos bares instalados nessa via na praia da Lajinha. A construção propriamente dita do hotel ainda não tem uma data definida para o arranque, mas deverá acontecer tão logo as referidas estruturas estejam derrubadas e o lugar limpo. 

O hotel vai ocupar uma área de 14.352 metros quadrados, que vai da subida para a residencial Laginha ao ex-Congel, junto da Electra. Terá quartos de alta qualidade, piscina, bares, restaurantes, beach-bar e um cinema de última geração, com capacidade para 200 pessoas. Além disso, acrescenta Pinto, vai disponibilizar equipamentos para desportos náuticos e de lazer e dotar essa avenida de uma iluminação interessante. O prazo de construção desta imponente infraestrutura hoteleira é de 18 a 22 meses. 

O Four Points by Sheraton é uma marca de hotéis voltada para viajantes de negócios e pequenas convenções, propriedade da Starwood Hotels & Resorts, que é uma subsidiária da Marriott International. O grupo opera mais de 300 hotéis em todo o mundo sob a bandeira da Four Points by Sheraton.

As obras arrancam agora, depois de em abril do ano passado o projecto de arquitectura ter estado sujeito a consulta pública, no âmbito do decreto-lei 29/2006, que estabelece o regime jurídico da Avaliação de Estudos de Impactos Ambientais dos projectos públicos ou privados susceptíveis de produzirem efeitos no ambiente.

O documento esteve exposto na Câmara de São Vicente, Delegação Regional do Ministério da Agricultura e Ambiente, no Mindelo, e na Direcção Nacional do Ambiente, na Praia.

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Universitarios

Universitários debatem efeitos da covid-19 no seio da classe estudantil

A Federação Nacional dos Estudantes e Desporto Universitário (FNEDU), que reúne representantes de estudantes nacionais e na diáspora, agendou para esta sexta-feira,15, a partir das 17 horas, um debate sobre os efeitos da covid-19 no seio da classe estudantil. O evento será uma live na pagina da FNEDU.

Participam no debate estudantes cabo-verdianos no Brasil, Marrocos, Portugal, China, Estado Unidos, Senegal e residentes em Cabo Verde representando as regiões Norte e Sul do país e vai ser realizado no âmbito da missão desta federação estudantil, que é a proteção dos direitos dos universitários através da advocacia e sensibilização sobre a importância do empoderamento da classe.

Foi com este propósito que agendou esta conversa em live, numa altura em que  a pandemia e a exigência do distanciamento social não permite grandes reuniões.

Está conversa tem o objetivo de se saber qual a situação vivida neste momento pelos estudantes, quais as medidas que foram tomadas pelas autoridades competentes, para que juntos possamos encontrar as possíveis soluções”, explica em comunicado a FNEDU.

O resultado deste encontro, prossegue, será socilalizado tanto com o ministério da Educação, instituição com que tem previsto um encontro nos próximos dias, mas também com a tutela dos Negócios Estrangeiros.

Refira-se que o evento conta com a parceria de Liga das Associações Universitária de Santiago (LAUS) e Liga das Associações de Universitárias de São Vicente (LAUSV).

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