Pub.
Pub.
Atualidade
Tendência

Universitários que reprovarem podem ser obrigados a pagar custos do ano perdido, alerta Francisco Carvalho

A gratuidade do ensino superior garantida pelo Governo de Cabo verde não é um cheque em branco passado pelo Estado aos estudantes. Segundo o Primeiro-ministro, os alunos que reprovarem poderão ser obrigados a pagar as contas do ano perdido. O benefício, disse durante um encontro com emigrantes em Roterdão, nos Países Baixos, depende do aproveitamento académico do contemplado.

Conforme Francisco Carvalho, a gratuidade engloba o curso inteiro no estabelecimento público de ensino superior. Esclarece, no entanto, o Estado não vai fazer essa oferta a um universitário para ir reprovar. “Se alguém reprovar, é claro que terá de assumir os custos da reprovação. Continuará com a formação garantida para o curso inteiro gratuitamente, mas, reprovando, fica com um problema para resolver”, declarou o Chefe do Executivo à reportagem da TCV.

Publicidade

O princípio, acentua o Primeiro-ministro, é valorizar o esforço e a dedicação do estudante. Sublinhou, entretanto, que há mecanismos para se analisar cada situação de forma isolada. Isto significa que nem todos os alunos que reprovarem serão automaticamente obrigados a assumir os custos.

Publicidade

Mostrar mais

Kimze Brito

Jornalista com 30 anos de carreira profissional, fez a sua formação básica na Agência Cabopress (antecessora da Inforpress) e começou efectivamente a trabalhar em Jornalismo no quinzenário Notícias. Foi assessor de imprensa da ex-CTT e da Enapor, integrou a redação do semanário A Semana e concluiu o Curso Superior de Jornalismo na UniCV. Sócio fundador do Mindel Insite, desempenha o cargo de director deste jornal digital desde o seu lançamento. Membro da Associação dos Fotógrafos Cabo-verdianos, leciona cursos de iniciação à fotografia digital e foi professor na UniCV em Laboratório de Fotografia e Fotojornalismo.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo