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Nota dedicada a Cesária Évora escolhida para o concurso “Best African Circulating Banknote 2026”

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A nota de 2.000 escudos de Cabo Verde, emitida em 2024, dedicada à cantora Cesária Évora, integra o conjunto de candidatas ao concurso internacional “Best African Circulating Banknote 2026”. A iniciativa, promovida pela IBNS Mosaic, distingue anualmente as melhores notas em circulação no continente africano, segundo comunicado do BCV.

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Para a instituição bancária, a inclusão da nota cabo-verdiana constitui um importante reconhecimento internacional da qualidade técnica e artística da emissão, refletindo o trabalho desenvolvido pelo Banco de Cabo Verde e pelos seus parceiros na conceção de uma nota que alia elevados padrões de segurança, inovação e design à valorização da identidade e do património cultural nacional.

“A homenagem a Cesária Évora, figura incontornável da cultura cabo-verdiana e embaixadora de Cabo Verde além-fronteiras, confere à nota uma forte dimensão simbólica, cultural e emocional, contribuindo para a sua projeção internacional e para a sua diferenciação entre as emissões concorrentes”, considera o BCV. Importa salientar, prossegue, que, num contexto de elevada competitividade e qualidade das emissões africanas, o simples facto de a nota integrar este grupo de candidatas representa já uma distinção relevante para o país e para o Banco de Cabo Verde.

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A candidatura da nota de 2.000 escudos ao concurso “Best African Circulating Banknote 2026”, na perspectiva do banco central, dá continuidade ao reconhecimento internacional já alcançado por esta denominação, cuja emissão do ano 2014, igualmente dedicada a Cesária Évora, foi distinguida pela IACA (International Association of Currency Affairs) na categoria “Best New Banknote or Banknote Series”.

A votação decorrerá a partir de 15 de junho, mediante registo na página da IBNS Mosaic, através do endereço https://ibnsmosaic.org/best-african-circulating-banknote…/. São 42 notas de diversos países africanos, nomeadamente Etiópia, Líbia, Kénia, Congo, Egipto, Algéria, Angola…

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Kimze Brito

Jornalista com 30 anos de carreira profissional, fez a sua formação básica na Agência Cabopress (antecessora da Inforpress) e começou efectivamente a trabalhar em Jornalismo no quinzenário Notícias. Foi assessor de imprensa da ex-CTT e da Enapor, integrou a redação do semanário A Semana e concluiu o Curso Superior de Jornalismo na UniCV. Sócio fundador do Mindel Insite, desempenha o cargo de director deste jornal digital desde o seu lançamento. Membro da Associação dos Fotógrafos Cabo-verdianos, leciona cursos de iniciação à fotografia digital e foi professor na UniCV em Laboratório de Fotografia e Fotojornalismo.

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