O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP), em parceria com as instituições nacionais que integram o Projeto ALSEMAC, promove, nos dias 8 e 9 de julho, na sala de reuniões do INSP, em Chã de Areia – Cidade da Praia, uma formação especializada em Avaliação de Riscos Toxicológicos e Contaminantes Alimentares.
O propósito desta formação é reforçar as competências técnicas dos profissionais das áreas da segurança alimentar, saúde pública, agricultura e investigação, contribuindo para uma melhor avaliação e gestão dos riscos associados à presença de contaminantes nos alimentos. A ação, diz o Instituto Nacional de Saúde Pública em comunicado, integra o plano de capacitação do Projeto ALSEMAC, que propõe fortalecer as capacidades técnicas e institucionais na monitorização dos riscos alimentares, reforçando os sistemas de vigilância, a segurança alimentar e a proteção da saúde pública.
Entre os principais resultados esperados destacam-se o reforço da capacidade de identificação e monitorização de perigos alimentares, a avaliação dos riscos da ingestão de contaminantes, a promoção de práticas agrícolas mais sustentáveis, a valorização da produção local e a sensibilização para um consumo alimentar mais seguro e responsável. A iniciativa pretende ainda estimular a partilha de conhecimento e de boas práticas entre os parceiros, promovendo soluções inovadoras para sistemas alimentares mais resilientes e sustentáveis.
O Projeto ALSEMAC, refira-se, é uma iniciativa de cooperação internacional co-financiada pelo Programa Interreg MAC 2021-2027, que reúne instituições da Macaronésia e de países parceiros da África Ocidental, nomeadamente Cabo Verde, Gana e Costa do Marfim. Tem como objetivo promover a produção e o consumo de alimentos seguros, saudáveis e sustentáveis, assentes nos princípios da economia circular, da segurança alimentar e da saúde pública.
Em Cabo Verde, o projeto é implementado pelo Instituto Nacional de Saúde Pública, em parceria com a Direção-Geral da Agricultura, Silvicultura e Pecuária (DGASP), o Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário (INIDA) e a Entidade Reguladora Independente da Saúde (ERIS).







