Telemovel One Plus

OnePlus desativa raio-x de celular que permitia ver através das roupas

A fabricante chinesa OnePlus decidiu desativar um filtro para câmera de celular que seria capaz de ver por trás de objetos e roupas, tal qual um raio-x. A função chamada de Photochrom está presente no OnePlus 8 Pro, um dos modelos mais recentes da marca. Ela foi criticada após especialistas descobrirem que a câmera do dispositivo revelava componentes interno de aparelhos como videogames, controles remotos e Apple TVs.

Em entrevista para o portal Abacus News, a empresa explicou que o sensor da câmera do OnePlus 8 Pro funciona para capturar luz infravermelha, atingindo pontos que o olho humano não consegue enxergar. Além disso, a eficácia do efeito raio-X em determinados materiais depende de fatores como iluminação e espessura do objeto fotografado.

A companhia diz que a funcionalidade auxilia os usuários na produção de fotos com efeitos curiosos, como árvores que parecem brancas em vez de verdes. “Nos cenários do cotidiano, a maioria dos objetos, incluindo roupas ou até mesmo um pedaço de papel de seda, não é transparente”, disse um representante da empresa ao portal.

A OnePlus pediu desculpas aos usuários por criar preocupações com a privacidade e confirmou que desativará o filtro Photochrom em uma semana. A companhia também prometeu que apresentará em breve uma solução para oferecer o filtro novamente aos usuários do One Plus 8 Pro.

C/Globo.com

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Lhama

Lhama que pode ajudar na busca por uma cura para a Covid-19

A Lhama Winter é a esperança de uma equipa de cientistas na luta contra o novo coronavirus. É que esta Lhama desenvolve um tipo de anticorpos que pode ajudar que se acredita que pode eliminar o Sars-Cov-2.

A espécie de Lhama vive em rancho de um laboratório da Bélgica e guarda em suas células um elemento que pode ser promissor no tratamento contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, segundo uma pesquisa recente divulgada pelo jornal O Globo. A pesquisa ainda está em fase inicial e pode demorar para ser concluída. E, para que um remédio se torne realidade, o anticorpo precisa ser testado em humanos.

Mas os pesquisadores estão optimistas, informou o cientista Daniel Wrapp à BBC Mundo, que actua no Departamento de ciências moleculares da Universidade do Texas, em Austin, EUA, e é o principal autor do estudo.

Nanocorpos

A história com a Lhama Winter começou em 2016, quando ela tinha apenas meses de vida. Na época, cientistas da Universidade de Texas e da Universidade de Gante, na Bélgica, escolheram Winter para investigar o Sars-Cov-1 e o MERS-Cov, que são coronavírus da mesma família do Sars-Cov-2.

Os estudiosos descobriram que quando o sistema imune das lhamas detecta um invasor externo, como um vírus ou uma bactéria, o seu organismo produz um pequeno anticorpo. Por isso, o nome “nanocorpos”. Outros camelídeos, como alpacas e os camelos, também desenvolvem nanocorpos.

O sistema imunológico dos humanos não produz esses nanocorpos. A vantagem dos nanocorpos é que em razão do tamanho, se agarram mais facilmente às proteínas do coronavírus, que fazem com que o Sars-Cov-2 ataque as células do corpo humano.

No experimento de 2016, os investigadores injetaram as proteínas que envolvem o Sars-Cov-1 e o MERS-Cov em Winter e notaram que os nanocorpos desenvolvidos pela lhama mostraram uma boa capacidade para deter a infecção do Sars-Cov-1.

Quatro anos depois, diante da pandemia do novo coronavírus, Wrapp e sua equipe fizeram novos experimentos para ver quão efetivos seriam os resultados dos nanocorpos contra o Sars-Cov-2. Inspirados nos nanocorpos de Winter, desenvolveram um anticorpo para enfrentar o novo coronavírus.

Enquanto os cientistas avançam nos estudos de anticorpos contra o novo coronavírus, Winter, hoje com quatro anos, segue pastando nos campos da Bélgica. “Ela está muito bem. Desfrutando de um merecido descanso”, diz Wrapp.

Fonte: G1.Globo

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Tatuadora brasileira

Tatuadora brasileira consegue residência permanente na Austrália por “talento distinto”

Daniela Vasconcellos foi contemplada com residência permanente na Australia por excelência em tatuagem. O visto de “talento distinto” (Distinguished Talent Visa, em inglês) dá o direito de moradia no país a pessoas que se destacam em sua profissão, nas artes, pesquisa ou desporto, revela o porta G1.

Esta brasileira diz não ter conhecimento de outra pessoa que tenha conseguido o documento por ser tatuador. “Foi uma grande vitória, fiquei muito feliz”, diz a moça, que tem 36 anos e é de Porto Alegre, mas mora em Sydney há seis anos.

O visto não veio fácil – o processo durou 2 anos e 7 meses, e incluiu uma recusa inicial do governo australiano. Daniela e a advogada recorreram da decisão, e, quando a permissão de residência permanente finalmente veio, foi com uma afirmação da juíza de que a brasileira era “um bem para a Austrália”.

Em outras áreas o processo pode ser mais célere. No desporto, por exemplo, há pessoas que conseguiram a residência permanente em seis meses. Na tatuagem todos os casos anteriores tiveram o pedido negado, segundo Daniela. “O visto representou toda uma luta de uma causa de uma profissão discriminada, que agora é vista como arte. Agora, o governo vê a tatuagem como arte”, afirmou.

Para conseguir o documento, a lista de requisitos é grande: ter uma nomeação de alguém da área, reconhecimento internacional na profissão (ela já viajava como tatuadora convidada ao redor do mundo), provar excelência, ter entrevistas publicadas, premiações, e usar o trabalho para agregar algo ao lugar onde mora.

E também não sai barato: de acordo com o site do governo da Austrália, custa 4.110 dólares australianos. “Foram muitas provas – não é nada fácil. E, depois de um ano (do primeiro pedido), tive o visto negado”, relata. “Mas eu preenchia todos os critérios, por isso resolvemos insistir, apelar. Meu currículo eram mais de 50 páginas. No próprio tribunal, quando chegou no final da audiência, que durou duas horas, a juíza disse que não precisava mostrar mais coisa”, conta, rindo.

Depois de recorrer da decisão, recebeu a resposta positiva dois dias depois da audiência, em dezembro passado. O visto chegou no dia 9 de janeiro, e Daniela tatuou a data no próprio braço. No ano que vem, esta brasileira afirma que já pode pedir a cidadania australiana, o que pretende fazer.

Fonte:G1.Globo

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covid19-2

Português viveu oito dias com esposa com Covi-19 e não se contaminou

Um cidadão português, de nome Herminio Fonseca, esteve confinado durante várias semana com as esposa e os dois filhos. De repente a mulher começou a sentir-se mal e o médico mandou-a fazer um teste à covid-19. Passados oito dias, receberam o resultado que acusou positivo. Não se sabe ainda porque a família não se contaminou. 

 “Depois disso, a minha esposa ficou isolada no quarto, mas ainda estivemos, pelo menos, uma semana todos juntos antes de sabermos o resultado, mas nem eu nem os meus filhos ficámos infetados”, declarou aliviado o trabalhador de 47 anos, natural de Braga, que reside no Grão-Ducado há mais de 20.

“Como só tenho uma casa de banho na nossa casa, as coisas complicaram-se. Sempre que ela lá ia, tinha que limpar e desinfetar tudo porque eu e os meus filhos corríamos riscos de contaminação. O duche, puxadores das portas, pratos, talheres e todas as coisa pessoais dela foram desinfetadas e colocados à parte até recuperar completamente”, conta.

Hermínio também fez o teste, mas deu negativo, o que representou um enorme alívio. “Estar trancado 24 horas dentro de um apartamento tanto tempo, não é fácil. Ainda para mais quando um dos membros da família está infetado. Mas já passou e o importante é que estamos bem.”

Relativamente ao regresso ao trabalho, diz que “já não era sem tempo”. “Voltar a trabalhar é sempre bom. Não só pelo regresso à rotina normal, mas por podermos também voltar a contribuir para que a situação melhore economicamente”, respondeu, realçando que as regras de segurança têm sido todas respeitadas e que todos se sentem seguros e motivados.

Fonte: Wort.lu


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Bafometro

Bafômetro para detectar novo coronavírus em um minuto

Um teste rápido de apenas um minuto, que detecta a presença do novo coronavírus pela respiração, surge como esperança para viajantes em aeroportos ou para o retorno de funcionários a empresas, noticia hoje o portal “G1”. Criado por pesquisadores da Universidade Ben-Gurion, em Israel, e respaldado pelo Ministério da Defesa, o bafômetro foi avaliado em 120 pessoas e obteve êxito em mais de 90% dos casos.

O professor Gabby Sarusi, que coordenou a pesquisa, congratula com as vantagens do bafômetro em relação ao  tesePCR, usado em vários países, inclusive em Cabo Verde, que recolhe, por uma espécie de cotonete, amostras da garganta ou nariz: a precisão, a rapidez e o custo. O valor é estimado em 50 dólares e o resultado, imediato.

O novo método eletro-ótico é composto de um kit de 7 centímetros acoplado a uma cápsula que contém um chip eletrónico com milhares de sensores, capazes detectar o novo coronavírus. “Se iluminarmos este chip com um tipo de radiação sem o vírus, teremos um tipo de resposta a uma radiação eletromagnética. Mas se há vírus no chip, obtemos uma diferente resposta”, explica Sarusi, vice-diretor de pesquisa da Escola de Engenharia Elétrica e Computação da Universidade Ben-Gurion (BGU).

O chip é colocado dentro de um sistema conectado à nuvem, que faz backup automático dos resultados em um banco de dados, que pode ser acessado por autoridades para rastrear o percurso do vírus. Não é preciso transportar ou manusear o material. 

Sarusi calcula que dentro de um mês e meio o novo método possa ser submetido à Food and Drugs Administration (FDA), a agência americana de controle de alimentos e medicamentos. Paralelamente, a universidade desenvolve o desenho e o protótipo para o equipamento.

Aprovado, poderá estas disponível em outubro ou novembro, prevê o pesquisador. O objetivo é que o teste possa detectar o vírus, poucas horas após ser infectado. O PCR é mais demorado, pode levar dias para fornecer os resultados. A ideia é instalar o sistema em aeroportos, perto dos postos de controle, cruzeiros marítimos ou na entrada de empresas. “O passageiro sopra o bafômetro e, enquanto recolhe sua mala no raio-X, tem o resultado e pode viajar tranquilamente, se está livre do novo coronavírus”

Enquanto isso, outras soluções são demoradas. Reino Unido e Espanha, por exemplo, cogitam ordenar quarentena de 14 dias a cada viajante que cruzar suas fronteiras.

C/G1

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Quenia

Menino de 9 anos criou máquina para lavar as mão no Quénia

Um menino de nove criou uma maquina para lavar as mãos, que funciona à base de um pedal. Steve Wamukota teve esta ideia depois de ouvir o Presidente dizer que o vírus da covid-19 dizer que se propagava, por exemplo, através do toque frequente  das mão em em objetos comuns. Steve disse então ao pai que queria construir uma estrutura para impedir que as pessoas tocassem em algo para lavar as mãos.

A covid-19 é hoje uma realidade um pouco por todo o mundo e, apesar de muitas histórias trágicas, há algumas que nos fazem ter alguma esperança na humanidade e em dias melhores. Esta invenção de Steve, que permite as pessoas lavarem as mão sem tocar na torneira evita a disseminação de germes e do novo coronavírus.

O menino tornou-se uma celebridade nas redes sociais devido a esta invenção, conta a Agência France-Presse (AFP). Num vídeo publicado pela agência de notícias é explicado que a criança – que vive na localidade de Bungoma – teve a ajuda do pai para executar a ‘engenhoca’ feita à base de um garrafão de plástico, madeira e metal. 

No garrafão pode ler-se “Corona Free Zone”, ou seja, “Zona sem Coronavírus”.  No Quénia, diz a AFP, já foram registados mais de 600 casos de Covid-19.

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Buraco negro

Investigadores detetam buraco negro que pode ser “visto” a olho nu

Uma equipa do Observatório Europeu do Sul descobriu um buraco negro no sistema HR 6819, tão próximo de nós que pode ser detetado a olho nu, sem recurso a telescópios

A partir do hemisfério sul da Terra é possível ver duas estrelas do sistema HR 6819, ao olhar para a constelação Telescopium. É também aí que está um buraco negro que pode ser “visto” sem recurso a qualquer aparelho ou equipamento. A descoberta foi feita pela equipa do ESO (Observatório Europeu do Sul) e este é agora o buraco negro mais próximo da Terra de que há conhecimento, noticia a Cnet.

A equipa usou observações do sistema de La Silla, no Chile, para confirmar que uma das estrelas do sistema HR 6819 estava a orbitar em torno de um objeto invisível, enquanto a outra se mantinha distante. Os investigadores concluem que o objeto é, na verdade, um buraco negro, provocado pelo colapso de uma grande estrela.

O ESO afirma que o buraco negro está a mil anos-luz, distância considerada próxima, em termos cósmicos, apesar de ser bastante distante ainda em termos “humanos” e que tem um comportamento bastante pacífico. “O buraco negro oculto em HR 6819 é um dos primeiros do género que encontramos e que não interage violentamente com o ambiente à sua volta e, por isso, parece ser verdadeiramente negro”, diz a equipa do ESO no estudo publicado no Astronomy & Astrophysics.

Devido à sua natureza e características, não é possível ver um buraco negro: “é um local no espaço onde a gravidade puxa tanto que nem a luz pode sair. A gravidade é bastante forte porque a matéria foi comprimida num pequeno espaço”, explicou a NASA no passado. Assim, para este caso, apesar de não ser possível ver o buraco, conseguimos “perceber” que ele está lá, pelo comportamento das duas estrelas à sua volta.

C/ Exameinformatica

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