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China volta a impor confinamento devido ao aumento de casos de Covid

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A cidade de Pequim enfrenta o momento “mais complexo e grave” da pandemia de covid-19 de 2022, segundo as autoridades, após registrar as primeiras mortes em seis meses e um aumento contínuo de casos em toda a China. O país registou esta quinta-feira um total de 31.444 novas infecções por Sars-Cov2, dos quais 29.517 são assintomáticos.

Três pessoas morreram de covid na capital chinesa no sábado, elevando para 5.229 o número total de mortes em decorrência da doença no país, segundo dados oficiais. Estas últimas três mortes provocaram lockdown em várias zonas da cidade de Pequin.

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As mortes acontecem em meio a raros protestos no país sobre a política de “covid zero” do governo chinês. Esta polêmica estratégia, cujo objetivo é erradicar completamente os surtos da doença, levou ao confinamento obrigatório de milhões de pessoas e a quarentenas forçadas para quem testa positivo.

Estão confinadas os distritos de Haidian e Chaoyang. Lojas, escolas e restaurantes estão fechados. No resto do país, milhões de pessoas permanecem confinadas, já que os casos continuam a aumentar.

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No último domingo, foram registrados 24.730 novos casos, número próximo ao pico diário de infecções no país em abril. Mas a situação agravou-se e, nas últimas 24 horas, a China contabilizou 31444 casos novos, segundo informações avançadas pelo Ministério da Saúde.

C/Reuters.

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Constanca Pina

Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Trabalhou como jornalista no semanário A Semana de 1997 a 2016. Sócia-fundadora do Mindel Insite, desempenha as funções de Chefe de Redação e jornalista/repórter. Paralelamente, leccionou na Universidade Lusófona de Cabo Verde de 2013 a 2020, disciplinas de Jornalismo Económico, Jornalismo Investigativo e Redação Jornalística. Atualmente lecciona a disciplina de Jornalismo Comparado na Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

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