Evandro Santos Sousa é o novo Comandante Regional da Polícia Nacional em São Vicente

O Subintendente Evandro Santos Sousa é o novo Comandante Regional da Polícia Nacional em São Vicente, substituindo no cargo Orlando dos Santos Évora, que passa a exercer funções como Diretor Nacional Adjunto para a Área das Operações Especiais e de Segurança Marítima e Fiscal. A tomada de posse dos novos dirigentes e chefias da Polícia Nacional aconteceu na segunda-feira, numa cerimónia presidida pelo Primeiro-Ministro, Francisco Carvalho, e que contou com a presença do Ministro da Administração Interna, Carlos Sena, além de representantes de diversas instituições da República.
Ao todo, 17 dirigentes e chefias assumiram ou renovaram responsabilidades na estrutura da Polícia Nacional, sendo dois reconduzidos e 15 nomeados para novas funções. Foram reconduzidos o Superintendente-Geral Jorge Humberto Andrade, como Diretor Nacional da Polícia Nacional, e Roberto Carlos Centeio Lima, como Diretor Nacional para a Área das Operações de Segurança e Ordem Pública.
Entre os novos responsáveis está Orlando Évora, que deixa o comando regional de São Vicente para assumir funções na direção nacional ligada às operações especiais e à segurança marítima e fiscal. Além de Evandro Sousa, foram nomeados para funções de direção e comando o Intendente Bremen Cardoso, como Diretor Adjunto para a Área da Unidade Orgânica de Planeamento, Orçamento e Formação, e o Subintendente Alvarino Varela Ribeiro, como Diretor Nacional para a Área de Operações de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço, Sistemas de Informação, Comunicações e Ação Estratégica Policial.
A nova estrutura inclui ainda José Daniel Vaz Cabral, como Diretor dos Centros de Comando e Controlo; Domingos Gomes da Rosa, como Comandante Regional de Santiago Sul e Maio; Luís António Sanches de Barros, como Comandante da Polícia Marítima; e Zelinda Helena de Carvalho Vasconcelos, como Diretora do Serviço Social da Polícia Nacional. Foram igualmente nomeados Bernardo Ulisses Ferreira Monteiro, como Diretor de Operações e Comunicações; Gilson Carlos Pereira Tavares, como Comandante das Unidades Especiais; e Carlos Alberto Silva, como Diretor de Fronteiras.
Completam a lista Aprígio Stock Delgado Zego, como Comandante Regional da Boa Vista; Adelino Gomes Monteiro, como Comandante Regional do Sal; Maurino Lima Neves, como Comandante Regional do Fogo, com jurisdição sobre a ilha da Brava; e José Luís Pereira, como Diretor do Gabinete Estratégico de Ação Policial.
Proximidade, prevenção e modernização
Na cerimónia, o reconduzido Diretor Nacional da Polícia Nacional, Jorge Humberto Andrade, reafirmou o compromisso da instituição com a segurança e tranquilidade dos cidadãos, apontando o reforço do policiamento de proximidade e a melhoria das condições de trabalho dos efetivos como algumas das prioridades para o novo mandato.
O responsável destacou a integridade, a proximidade e a inovação tecnológica como pilares da atuação da Polícia Nacional, defendendo uma adaptação permanente perante a evolução da criminalidade, em particular os fenómenos associados à criminalidade organizada e digital. Para Jorge Humberto Andrade, a resposta a estes desafios exige igualmente investimento contínuo na formação e qualificação dos agentes policiais.
Por sua vez, o Ministro da Administração Interna, Carlos Sena, defendeu uma política de segurança interna mais preventiva, próxima, colaborativa e apoiada em tecnologia e evidências, colocando o cidadão no centro da ação pública. Entre as prioridades anunciadas está também a valorização dos profissionais da Polícia Nacional, através da intenção de avançar com um Plano de Cargos, Funções e Remunerações próprio da instituição, adaptado às especificidades da carreira policial e orientado para maior justiça, transparência e objetividade na avaliação e progressão profissional.
O Governo aponta ainda o reforço do programa Escola Segura como uma das dimensões da estratégia preventiva, com maior aproximação da Polícia à comunidade educativa e uma intervenção precoce perante situações de risco. A cerimónia ficou também marcada pelo reconhecimento aos dirigentes cessantes pelo serviço prestado à Polícia Nacional, com o Governo a considerar a mudança de funções como uma passagem de testemunho e uma oportunidade de renovação da estrutura de comando.
Com a entrada em funções dos novos responsáveis e a recondução de dirigentes, a PN inicia um novo ciclo marcado pela renovação da liderança, continuidade institucional, proximidade com as comunidades, prevenção, modernização tecnológica e valorização dos seus profissionais.






