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Ministro da Saúde garante Centro de Hemodiálise do HBS no segundo semestre

A construção do Centro de Hemodiálise do Hospital Baptista de Sousa em São Vicente, cujo protocolo para a sua execução foi rubricado ontem pelos ministros da Saúde e Segurança Social, e das Infraestruturas, Ordenamento do Território e Habitação, e ainda pela Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, poderá estar concluído no segundo semestre de 2019. O prazo foi fixado por Arlindo do Rosário.

O ato de consignação das obras de construção do Centro de Hemodiálise do Hospital Baptista de Sousa tem lugar esta terça-feira, 15, em São Vicente, marcando o início oficial desta empreitada com duração prevista de seis meses.

Orçado em cerca de 200 mil contos, este centro é uma das maiores reivindicações da população da Região Norte do país. O ministro que tutela o sector mostrou-se confiante na sua execução ainda este ano. “Vamos acelerar no sentido de permitir que no segundo semestre já tenhamos um centro de hemodiálise em São Vicente. Trata-se de um grande projecto, orçado em 201 mil contos”, afirmou, após a assinatura do protocolo.

Portugal garante cerca de 25 por centro do custo total do investimento. Este é aliás o motivo da visita que a SE de Negócios Estrangeiros, Teresa Ribeiro, efectua a Cabo Verde desde segunda-feira. Esta, na sua intervenção, deixou claro o empenho de Portugal em ajudar Cabo Verde a concretizar este projecto.

“Depois de ponderada as necessidades reais da concretização do centro, Cabo Verde solicitou um reforço da verba inicialmente prevista. Aqui estamos para dar um sinal de que continuamos empenhadíssimos. Queremos a concretização deste importante centro, pelo que acrescentamos mais cerca de 80 mil euros àquela que tinha sido a contribuição inicial de 400 mil euros”, pontuou Teresa Ribeiro, que durante a a sua estada no Mindelo visitou ainda a Escola Portuguesa de São Vicente e a Academia Livre de Artes Integradas (ALAIM).

Para a construção do Centro de Hemodiálise do HBS, o Orçamento do Estado 2019 alocou uma verba de 50 milhões de escudos, que se vai juntar aos recursos disponibilizados por Portugal. A infraestrutura, que vai servir os pacientes renais da região norte, vai assegurar a descontinuidade da evacuação para tratamento renal, reduzir os custos sociais resultante do processo e permitir que os doentes fiquem mais próximos das famílias.

CP

 

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