A Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV), em parceria com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), realiza um workshop nacional de fortalecimento institucional e planificação unificada. Trata-se de uma iniciativa estratégica destinada a reforçar as capacidades técnicas e organizacionais da instituição e a consolidar, de forma participativa, o Plano Unificado 2027.
Em comunicado, a Cruz Vermelha informa que o workshop terá a duração de seis dias – de 27 de julho a 01 de agosto -, sendo quatro dedicados à formação e dois à construção do plano institucional. Enquadra-se no processo de implementação da Estratégia Institucional 2026–2030 da CVCV e responde à necessidade de fortalecer a gestão baseada em resultados, a prestação de contas e a capacidade de preparação e resposta face aos crescentes desafios humanitários e climáticos que afetam o país.
“As experiências recentes da organização em operações de resposta a cheias e à tempestade tropical Erin reforçaram a importância de sistemas robustos de planificação, monitoria, avaliação e aprendizagem institucional”, refere, detalhando que o workshop reunirá cerca de 50 participantes, entre membros da direção, coordenadores de programas, equipas técnicas, representantes dos Conselhos Locais e facilitadores da FICV, promovendo a harmonização de metodologias e o fortalecimento da coordenação entre as diferentes estruturas da Sociedade Nacional.
Na componente de formação, os participantes aprofundarão conhecimentos em Gestão do Ciclo de Projetos, Planificação, Monitoria, Avaliação e Relatórios, Gestão Baseada em Resultados, gestão financeira, accountability, procurement e conformidade institucional. “Nos dois últimos dias, os trabalhos centrar-se-ão na revisão do Plano Unificado 2026 e na definição das prioridades estratégicas, resultados, indicadores e necessidades financeiras que irão orientar a atuação da CVCV em 2027.”
Com esta iniciativa, a Cruz Vermelha pretende consolidar uma cultura organizacional orientada para resultados, reforçar a transparência e a prestação de contas e promover uma gestão mais integrada e eficiente, contribuindo para uma sociedade cada vez mais resiliente, preparada para responder aos desafios humanitários e capaz de mobilizar recursos para ampliar o impacto das suas intervenções junto das comunidades.
