Cabo Verde contabilizou, entre janeiro e junho deste ano, 50 processos de alteração de nomes, representando 18,5% do total de atos praticado. Em comparação com o período homologo de 2025, observou-se um crescimento expressivo de 66,7, informa a Direcção Geral dos Registos, Notariado e Identificação (RNI).
Estes processos corresponderam a 18,5% do total registado entre janeiro e junho. “Em comparação com o período homólogo de 2025, no qual se registaram 30 atos, observou-se um crescimento expressivo de +66,7%. A evolução mensal manteve-se em patamares moderados ao longo do semestre”, especifica.
“Em comparação com o período homólogo de 2025, no qual se registaram 30 atos, observou-se um crescimento expressivo de +66,7%. A evolução mensal manteve-se em patamares moderados ao longo do semestre”, especifica a Direção Geral dos Registos, Notariado e Identificação..
A maioria das alterações, diz, concentrou-se na ilha de Santiago, com 38 atos, seguida de São Vicente, com oito, Maio, com três, e as restantes ilhas, com um ato cada. Já os pedidos de retificação de nomes continuam a representar a maioria dos atos praticados, detalhou.
Nesse análise foram registados 220 processos, correspondentes a 81,5% do total, embora menos 6,8% face aos 236 atos contabilizados no primeiro semestre de 2025. Também neste caso, Santiago concentrou a maior parte com 185 retificações, seguida de São Vicente, com 25, Maio, com sete, e as restantes ilhas, com três.
“O período em análise caracteriza-se por um ligeiro aumento do número total de atos (270 atos, +1,5% face a 2025), resultante do crescimento dos processos de alteração de nomes, em contrapartida da redução registada nos pedidos de retificação”, frisou, acrescentando que a distribuição mensal mostra um predomínio das retificações ao longo de todo o semestre, tendo março registado o maior volume e junho o menor.
Os dados mostram, assim, um aumento dos processos de alteração de nomes, acompanhado por uma redução das retificações, mantendo-se estas últimas como a modalidade largamente predominante. Territorialmente, a atividade continua fortemente concentrada nas ilhas de Santiago e São Vicente.
