Cabo Verde prepara-se para se afirmar no centro da dinâmica cultural do continente africano ao acolher, em 2028, as celebrações da “Capital Africana da Cultura”. O anúncio foi feito pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas em uma publicação na sua página oficial.
Segundo a nota, o protocolo foi rubricado na quarta-feira, 22 de abril, em Rabat, Marrocos, pelo Diretor Executivo das Capitais Africanas da Cultura, Khalid Tamer, e pelo Ministro da Cultura, Augusto Veiga.
Trata-se, diz, de uma conquista estratégica para Cabo Verde que reforça o seu posicionamento como plataforma de promoção cultural, diplomacia criativa e projeção internacional do nosso continente Africano.
Durante este período, acrescenta o comunicado, Cabo Verde será palco de um vasto programa de iniciativas que promovem o intercâmbio artístico, a valorização do património e o desenvolvimento urbano sustentável, consolidando o papel da cultura como motor de crescimento e afirmação global.
A comunicação oficial desta distinção será anunciada pela Comissão Executiva das Capitais Africanas de Cultura (CAC). A designação de Capital Africana da Cultura é um projecto que promove a diplomacia criativa e a projecção internacional dos países do continente através das suas indústrias culturais.
Cabo Verde sucede Brazzaville (República do Congo) e Kinshasa (República Democrática do Congo), distinguidas no período 2024 – 2025. Antes, no biénio 2022-2023, o título foi atribuído a Rabat (Marrocos).
