Onze indivíduos ficaram em prisão preventiva na sequência de uma operação conduzida pelo Ministério Público, em coadjuvação com a Polícia Nacional, no concelho do Tarrafal de Santiago, informa a Procuradoria-Geral da República.
Em comunicado, a PGR explica que a operação foi desencadeada no âmbito de dezenas de autos de instrução e respetivos apensos, com o objetivo de combater a criminalidade que tem afetado o município.
Durante as diligências, foram realizadas buscas e apreensões em residências localizadas nas zonas de Colhe Bicho, Chão Bom e Ribeira das Pratas. As autoridades cumpriram ainda mandados de detenção fora de flagrante delito, que culminaram na detenção de 15 indivíduos.
Os suspeitos estão indiciados da prática dos crimes de roubo, quadrilha ou bando, tráfico de droga, furto qualificado, motim, crime de armas, abuso sexual de crianças e ofensa agravada à integridade física.
Após serem submetidos ao primeiro interrogatório judicial, o tribunal aplicou prisão preventiva a 11 dos arguidos. Aos quatro restantes, foram decretados apresentação periódica semanal na esquadra da Polícia Nacional do Tarrafal, interdição de saída do país e obrigação de permanência na ilha de Santiago.
O processo continua em investigação e permanece em segredo de justiça.
