O Ministério Público ordenou a detenção de sete indivíduos, com idades compreendidas entre os 17 e os 41 anos, indiciados da prática de crimes de furto qualificado, roubo, posse de armas e maus-tratos a ascendentes, no concelho de Santa Catarina, na ilha de Santiago. Cinco dos sete arguidos ficaram em prisão preventiva, enquanto os outros dois ficaram sujeitos à apresentação periódica às autoridades.
Em comunicado, a Procuradoria-Geral da República informa que as detenções foram efetuadas pela Polícia Nacional nos dias 12 e 13, na sequência de mandados emitidos pela Procuradoria da Comarca de Santa Catarina, no âmbito de processos de investigação criminal. Após o primeiro interrogatório judicial dos arguidos detidos, diz, o Tribunal, mediante requerimento do MP, aplicou a medida de coação de prisão preventiva a cinco dos suspeitos e a apresentação periódica às autoridades aos restantes dois.
Entre os arguidos em prisão preventiva encontra-se um homem de 40 anos, lavador de carros, indiciado da prática dos crimes de maus-tratos na forma continuada e relacionado com armas. A mesma medida foi aplicada a um jovem de 18 anos, indiciado por sete crimes de furto qualificado, um de roubo e um relacionado com armas.
Também ficaram em preventiva um homem de 28 anos, desempregado, suspeito de três crimes de furto qualificado e de um relacionado com armas, e um empregado, 21 anos, indiciado de três crimes de furto qualificado e um de tráfico de menor gravidade. O quinto arguido sujeito à prisão preventiva é um jovem desempregado de 17 anos, indiciado por de três crimes de furto qualificado e um com armas.
Por sua vez, um homem de 40 anos, que trabalha como condutor, indiciado de um crime relacionado com armas, ficou sujeito à apresentação periódica às autoridades. A mesma medida foi aplicada a um lavador de carros, de 19 anos, suspeito da prática de dois crimes de furto qualificado. Os processos continuam em investigação e permanecem em segredo de justiça, concluiu a PGR.
