Covid19

Mais dez casos positivos de novo coronavírus no concelho da Praia

O concelho da Praia registou nas últimas 24 horas mais dez novos casos da covid-19 em um total de 43 amostras analisadas, indicou o ministério da Saúde e da Segurança Social esta segunda-feira. Com esta nova actualização, eleva-se para 390 casos acumulados em Cabo Verde. 

Para além das dez amostras positivas do concelho da Praia, contabilizam-se mais 33 negativas. Foram ainda feitos dois exames da Cidade Velha, que deram resultados negativos, e um do concelho de Tarrafal, também negativo. Continuam pendentes de resposta quatro amostras. 

Com estes novos dados, o país conta com um total de 390 casos confirmados, 155 doentes recuperados e três óbitos. Os restantes doentes com infecção activa continuam em isolamento e com evolução positivo, com excepção de um paciente que se mantém em estado grave. 

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Sotavento Maio

Tripulação do “Sotavento” recusa transportar quatro passageiros para S. Vicente no quadro do programa “Regresso à casa”

A tripulação do navio Sotavento recusou determinadamente transportar quatro passageiros provenientes de Santiago e que deveriam fazer uma viagem na noite de ontem para São Vicente, no quadro do programa do Governo “Regresso à casa” para pessoas surpreendidas pelas declaração do Estado de Emergência fora da sua ilha de residência. Ao que conseguimos apurar, apesar de todos terem realizado teste PCR com resultados negativos, estes marítimos alegam que estiveram pelo menos dois dias em quarentena não vigiada na Capital, onde o vírus está activo. O navio, que devia zarpar as 21h, antecipou a partida para as 19h, mas os passageiros ficaram em terra. “É um risco que ninguém estava disposto a correr”, afirmaram. 

A viagem do navio Sotavento tem como destino final a ilha de São Vicente, com escala para recolha de passageiros no Sal e em São Nicolau. Por solicitação do Serviço Nacional de Protecção Civil, deveria trazer para São Vicente estas quatro pessoas, que se encontram retidas na Capital há várias semanas, após terem “perdido” o voo da Binter de sexta-feira, alegadamente devido a demora na liberação dos resultados dos exames laboratoriais feitos na véspera. 

A Cabo Verde InterIlhas terá dado permissão para os passageiros embarcarem, inclusive estes adquiriram os bilhetes de passagem. Mas toda a tripulação do navio Sotavento foi contra, inclusive chegaram a ameaçar suspender a viagem. Este impasse acabou por ser desfeito, após o comandante da embarcação se posicionar do lado dos passageiros. “Num navio quem manda é o comandante, que considerou o argumento da sua tripulação válida, sobretudo depois do que aconteceu com a embarcação Praia d’ Aguada no Fogo. Por menos, o navio ficou retido e toda a tripulação, incluindo mais três contactos, tiveram de cumprir um período de quarentena em Santiago”, conta uma fonte ao Mindelinsite. 

O navio, que deveria zarpar as 21 horas, antecipou a sua partida para as 19 horas, apenas com carga. Entretanto, deveria cumprir a sua programação, isto é, fazer escalas nos portos da Palmeira, no Sal, e do Tarrafal de São Nicolau para recolher passageiros e cargas. Mas há quem veja esta medida dos tripulantes como uma espécie de “retaliação” devido ao que aconteceu na ilha do Fogo. O comandante da embarcação foi impedido de desembarcar no Porto de Vale dos Cavaleiros na passada quarta-feira e o navio ficou retido, alegadamente por ter tido contacto social em Santiago, antes de seguir viagem para aquela ilha. 

O comandante do navio Praia d’ Aguada terá embarcado sem fazer o teste para o novo coronavírus, exigido pelo Instituto Marítimo e Portuário. A delegada de Saúde da ilha do vulcão alegou “motivos de segurança” para interditar a saída da tripulação, afirmando que este viajou sem autorização e sem teste prévio, o que representava um risco para a saúde pública. A CV InterIlhas deverá emitir ainda hoje um comunicado sobre esta situação.

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Cidade da Praia

Cabo Verde totaliza 380 casos do novo coronavirus

Cabo Verde chega a 380 casos confirmados do novo coronavirus, com o registo hoje de mais nove casos positivos no concelho da Praia, de um total de 104 amostras analisadas ontem no laboratório de virologia, actualiza o ministério da Saúde e da Segurança Social no comunicado diário.

O documento revela que 85 destas amostras eram do concelho da Praia, das quais nove foram positivas e 76 negativas. Neste lote de negativos, 13 eram de doentes em seguimento. Foram analisadas ainda uma amostra do Tarrafal e quatro de São Vicente, todos com resultado negativo. 

Do total das 104 amostras, constavam ainda três do Hospital Ramiro Figueira na ilha do Sal e uma do Hospital São Francisco de Assis, sendo que todas tiveram resultados negativos. Estão pendentes três amostras. 

Fora analisadas ainda sete exames de controlo de doentes em seguimento do concelho da Praia, cujos resultados se mantiveram. Ainda assim, o município conta com 13 doentes recuperados, elevando o total para 97. Cabo Verde conta com 155 doentes curados e três óbitos de um dos 380 casos acumulados de Covid-19 deste que o primeiro testes deu positivo. 

Todos os doentes com infeção ativa, continuam em isolamento e com evolução favorável, com exceção de um está em estado grave, pontua o MSSS, que volta a reforçar o apelo para que as pessoas fiquem em casa.

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Donativo OMCV

OMCV prepara encomenda para Boa Vista: 400 máscaras e 300 kg de alimentos

A Organização das Mulheres de Cabo Verde em São Vicente enviou ontem uma encomenda para Boa Vista para ajudar a minimizar as dificuldades provocadas pela crise da pandemia da Covid-19. Foram confeccionadas 400 unidades de máscaras e angariados 300 quilos de alimentos, que vão beneficiar as famílias da ilha e alguns estudantes aqui no Mindelo.

Segundo a delegada da OMCV-São Vicente, parte desta encomenda vai ser entregues a estudantes da ilha das Dunas no Mindelo. “Vamos enviar uma encomenda de 400 máscaras e 300 kg de alimentos. Destes, 170 kg serão entregues acompanhados de mascaras. Os restantes   alimento serão disponibilizados a 10 estudantes da Boa Vista aqui em S. Vicente.”

Para esta semana, Balbina promete mais novidades. Por agora, garante que a organização já distribui 3.600 mascaras em S.Vicente. Precisa, no entanto, de elásticos para confeccionar mais máscaras, um problema que espera resolver com uma campanha de doação deste material. 

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Professores

Docentes com contratos precários ponderam impugnar novo concurso de recrutamento: “Injusto, desnecessário e discriminatório”, dizem

Um grupo de professores do Ensino Básico e Secundário com contratos de trabalho a termo certo com habilitações especificas para o ensino procurou o Mindelinsite para denunciar a sua situação de precariedade laboral. Dizem que desempenham as funções há mais de dois anos, antecedido, em cada ano lectivo de um novo concurso de recrutamento porque os seus contratos de trabalho não são renováveis. O próximo deverá ser lançado esta segunda-feira, 25, mas, jogando na antecipação, requerer a sua impugnação, alegando que este é injusto, desnecessário e discriminatório. 

“Somos 122 professores, a nível nacional, nestas condições. E em breve, possivelmente na próxima semana, o Ministério da Educação vai lançar um novo concurso para recrutar 250 docentes. Porque não aproveitar os que já estão ao serviço e lançar um concurso para recrutar caras novas?”, interroga um dos docentes, que se mostra agastado com esta exigência quando uma boa parte de colegas entra ao serviço sem passar por qualquer teste.

Já participamos de vários concurso. Normalmente o ME abre um número de vagas reduzido de vagas para a quantidade da demanda. Depois acabam por recrutar professores que reprovaram no teste e mesmo alguns que sequer participaram. E todos ficam em igualdade de circunstancia”, desabafa um outro, que cita o exemplo de alguns colegas que reprovaram e depois foram chamados para dar aulas e outros que sequer fizeram o teste.

Esta situação, afirmam, decorre da crónica falta de professores, o que leva estes docentes com um, dois ou mais anos de serviço a questionar a utilidade de tal concurso. “Deviam contratar os 122 que foram aprovados e abrir novas vagas para os que vão concorrer pela primeira vez. Este é o entendimento dos Delegados e Educação e das direcções das escolas onde leccionamos, que prometeram dar um parecer positivo para a nossa permanência nos postos. É isso que nos motiva a impugnar o concurso.”

Munidos de coragem este grupo de docentes enviou uma carta à Ministra da Educação, com conhecimento da Direcção Nacional de Administração Pública. Na missiva relatavam a sua situação, com enfoque no facto de participarem anualmente em concurso para provimento de vagas que, na sua maioria não são de natureza temporária, tendo em conta que se destinam a substituir professores transferidos, aposentados, ou outros.

Dizem ainda serem docentes habilitados com cursos de licenciaturas no ramo do ensino, ministrados por instituições credenciadas e prestigiadas, nomeadamente a Universidade de Cabo Verde. Acreditam, por isso, ter os requisitos profissionais similares aos nomeados ou com contratos renováveis. No entanto, contrariamente a estes últimos, os seus contratos não são renováveis, pelo que se veem todos os anos obrigados a submeter-se a concursos de recrutamento para, desnecessariamente, demostrarem posse de requisitos para o preenchimento de vagas. 

“A submissão sistemática a concursos de recrutamento, além de constituir um tratamento injusto, desnecessário e discriminatório, traduz-se num procedimento administrativo moroso e que acarreta encargos para o concurso”, lê-se no documento, datado de 23 de março e que infelizmente  não teve resposta. Razão porque decidiram fazer a denuncia na imprensa. 

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Madrid

Protesto contra a gestão da pandemia enche centro de Madrid

A manifestação contra a forma como o governo de esquerda de Espanha tem gerido a crise da covid-19, promovido pelo partido de extrema-direita Vox, encheu o centro de Madrid, mas aconteceu em simultâneo em 5o cidades. Era para ser só de carro e motos, mas, com o calor, muitas pessoas saíram dos veículos, ocupando as ruas sem guardar o distanciamento social.

O Governo estima em seis mil o número de veículos em Madrid, o que representa 15 mil manifestantes se tivermos em conta uma média de 2,5 ocupantes. Isto na zona onde o protesto foi autorizado. Circularam em marcha lenta, buzinando e exigindo a demissão do governo de coligação constituído pelo Partido Social Operário Espanhol e Unidos Podemos.

Presidido por Pedro Sanchez (PSOE) e com Pablo Iglésias (Unidos Podemos) como vice, o executivo tomou posse a 13 de janeiro passado. À margem da apresentação de medidas de desconfinamento – como o regresso da liga de futebol a 8 de junho e a abertura ao turismo internacional e 1 de julho – Sanchez descartou qualquer hipótese de demissão, sublinhado que a coligação tem um compromisso de quatro anos.

O Vox convocou o protesto em veículos para evitar a aglomeração de pessoas, mas não funcionou. “Para andar no bairro de Salamanca esta manhã era imprescindível a máscara. Não só porque se tornava impossível manter a distância social de dois metros, como pelo forte cheiro a combustível que impregnava o ambiente. Ao chegar à Porta de Alcalá, motoristas com bandeiras espanholas aceleravam as suas máquinas perante o aplauso de alguns transeuntes”, descreve o El País

Chamaram manifestação “Caravana da Liberdade” e uma hora antes do seu início, os carros e motos já se aglomeravam junto à Praça Cibeles, para onde confluem as principais artérias de Madrid. Eram mais os manifestantes fora dos carros do que no seu interior, uma vez que, com o trânsito parado e uma temperatura de 30 graus era impossível permanecer no interior. Tornou-se impossível manter uma distância de dois metros e a solução encontrada foi pedir que usassem uma máscara.

Num autocarro de dois andares, seguiam os dirigentes do Vox: Santiago Abascal (presidente), Javier Ortega Smith (secretário-geral), Iván Espinosa de los Monteros (porta-voz parlamentar), Rocío Monasterio (líder regional); e Macarena Olona (secretário-geral). Circularam pelas ruas de Madrid, liderando os protestos, ao mesmo tempo que era lançado fumo com as cores da bandeira espanhola: vermelho e amarelo. A manifestação foi transmitida pela EsRadio, o canal oficial do partido.

Durante o protesto foram lançadas varias informações sobre a pandemia, designadamente 40 mil mortos, 8 milhões de desempregados, 100 mil empresas fechadas, casos de fome. Os dados oficiais indicam que Espanha regista 28 628 mortes e 281 904 infectados com a SARS-Covid-2

C/DN.PT

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Artur Correia 2

DNS garante que paciente que fugiu do HBS não é doente de Covid-19

O Director Nacional da Saúde garantiu em comunicado enviado agora à noite à imprensa que o paciente evacuado do Hospital Agostinho Neto para o Hospital Baptista de Sousa, que fugiu não é um doente de covid-19. Artur Correia fez este esclarecimento após ouvir as direcções destes hospitais.

De acordo com este responsável, o paciente fez testes de covid-19 tanto no HAN, como no HBS, ambos com resultados negativos. Entretanto, admite que devia e deve cumprir um período de quarentena de 14 dias. “Neste momento, o paciente encontra-se a cumprir o seu período de quarentena”, acrescenta. 

Artur Correia aproveitou para apelar aos cidadãos, autoridades e instituições a cumprirem e a fazerem cumprir, com rigor e responsabilidade, as normas e recomendações emanadas pelas autoridades competentes, no sentido de garantir as melhores condutas para a prevenção e controlo da COVID-19, no país.

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Militares

Capturado fuzileiro evacuado da Praia que fugiu do HBS

Já foi capturado e colocado em quarentena obrigatória seguida pela Delegacia de Saúde de São Vicente o indivíduo evacuado da ilha de Santiago para tratamento no Hospital Baptista de Sousa. Trata-se de um jovem de 28 anos, fuzileiros das Forças Armadas, instituição que vai ter agora de descobrir como e o porquê da fuga. 

Em declarações ao Mindelinsite, o Delegado de Saude de São Vicente explicou que o indivíduo fugiu na madrugada de hoje. De imediato, foram avisados pelo Hospital Baptista de Sousa e accionaram a Policia Nacional e as Forças Armadas e foi capturado por volta das 13h.

“Trata-se de um doente de São Vicente, que foi evacuado da Praia. Chegou no HBS e foi visto por um médico e internado na enfermaria de investigação daquela estrutura de Saúde para ser acompanhado”, relata Elisio Silva.

Foi capturado na sua residência e, ao ser confrontado, alegou que fugiu porque estava a sentir-se bem e não ia ficar no hospital. O DS admite que não sabem como conseguiu fugir, tendo em conta que se encontrava no espaço reservado. “Cabe à instituição militar apurar como conseguiu sair e decidir ou não por uma punição. Lembro que o indivíduo é fuzileiro naval. Da parte dos serviços de saúde, foi colocado em quarentena obrigatória”, refere.

O indivíduo chegou ontem à ilha de São Vicente num voo sanitário proveniente da ilha de Santiago com indicação cirúrgica. A directora do HBS confirma que o hospital tem estado a receber pacientes das outras ilhas para cirurgias de orto-traumatologia devido a uma avaria no equipamento de imagem do Hospital Central da Praia. 

A directora do HBS confirma que o paciente não apresentava sintomas e descarta risco, alegando que tomaram todas as precauções. Foram transportados numa ambulância própria e isolados na enfermaria de transição até terem certeza que não estão infectados com Covid-19.

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HBS

Doente evacuado da Praia foge do Hospital Batista de Sousa

Um dos dois doentes evacuados ontem da ilha de Santiago para S. Vicente num voo sanitário com indicação cirúrgica fugiu do Hospital Baptista de Sousa. Esta noticia caiu que nem uma “bomba” em S. Vicente porque, de acordo com fontes Mindelinsite, os doentes foram sujeitos apenas a testes de anticorpos, que não garantem grande fiabilidade. 

Ao que tudo indica, os dois evacuados chegaram ao aeroporto de S. Vicente e foram encaminhados para o Hospital Baptista de Sousa, onde foram colocados em isolamento. Entretanto, um dos pacientes, que é de São Vicente, terá fugido do hospital e ainda não foi encontrado.

“Informações que circulam é que o doente que fugiu não tinha indicação cirúrgica. Era de S. Vicente e quis vir para fugir da pandemia da Covid-19 no concelho da Praia. O problema é que ninguém sabe se os doentes evacuados estão ou não contaminados porque foram submetidos ao teste rápido.”

Para as nossas fontes, trazer pessoas de uma ilha com covid-19 activa para S. Vicente é uma irresponsabilidade enorme, principalmente sem sujeitar estes pacientes a um teste PCR, que é mais fiável. O mais grave, dizem, é que um dos doentes conseguiu fugir das estruturas de saúde e pode estar neste momento em contacto com familiares e outras pessoas, colocando a ilha de São Vicente em riso. “Pelo que sabemos, o outro doente, com indicação cirúrgica, continua em isolamento no HBS. Mas penso que foi um risco desnecessário evacuar doentes, nesta altura, sem um teste PCR.”

Confrontado pelo Mindelinsite, a directora do Hospital Baptista de Sousa confirmou que o hospital recebeu ontem doentes provenientes da ilha de Santiago, decorrente de uma evacuação por razões cirúrgicas e que um dos pacientes, natural de São Vicente, fugiu. Ana Margarida Brito garante que as evacuações cirúrgicas são habituais e não acarretam risco. 

“Tomamos todas as precauções necessárias. Os pacientes são recolhidos numa ambulância própria e são isolados. No HBS tomamos todos cuidados e depois fazemos testes com zaragatoas para confirmar a sua condição”, revela. No caso, o paciente que fugiu deveria ser submetido a testes.

Trata-se de um jovem do sexo masculino, que já está a ser procurado pela Delegacia de Saúde. De acordo com Ana Margarida Brito, veio com documentos de evacuação. mas pelos vistos era um repatriamento.

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Covid-19

Covid-19: Mais nove pessoas testam positivo no concelho da Praia

O concelho da Praia registou mais nove casos de infecção pelo novo coronavirus, informou o ministério da Saúde e da Segurança Social em comunicado. Foram analisados um total de 85 amostras, sendo 64 das quais da Praia.

Dessas 64 amostras do concelho da Praia, 55 deram resultado negativos, sendo que 12 eram de pacientes confirmados em seguimento. Foram analisadas quatro amostras do concelhos do Tarrafal e todas foram negativas, incluindo um de doentes em seguimento, e estão 11 pendentes. 

De acordo com MSSS, foram realizados seis exames de controlo de doentes em seguimento no concelho da Praia e os resultados se mantiveram. Pelo que hoje, aquele município registou mais 11 casos recuperados, passando a contar com 84 doentes curados. Tarrafal de Santiago também registou um paciente recuperado. 

A nível nacional o país contabiliza neste momento 371 casos acumulados de covid-19, 142 pacientes recuperados e três óbitos. Diz a tutela que todos os doentes com infeção activa, continuam em isolamento e com evolução favorável, com exceção de um doente que se encontra em estado grave. 

Avisa ainda que, neste momento, as autoridades sanitárias estão a efectuar testes rápidos de despistagem gratuita em vários bairros da cidade da Praia, designadamente Vila Nova, Ponta D’ Agua, Eugenio Lima e Achada Grande.

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